Perguntei à uma amiga sobre o que deveria escrever, e ela me respondeu: Sobre o amor!
Mas porque amor?! Como discorrer sobre esse tema que varia de acordo com a concepção de vida e de experiências para cada um que escreve?! Acho que devo começar por minha própria experiência! Amor é uma palavra tão pequena para descrever o sentimento mais nobre que já foi concedido ao homem, quatro letras que cabem um mundo inteiro pra quem entende seu verdadeiro valor. Correspondido ou não, amor é sempre amor, “ mesmo que mude. É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou. É sempre amor, mesmo que acabe. “ Chega uma hora que devemos abraçar a pessoa mais uma vez e então deixar que ela vá, para compreendermos que o que foi verdadeiro, o que foi recíproco, SEMPRE voltará. Às vezes inventamos jogos para colecionar corações e levantar nosso ego, mas nunca jogamos com quem realmente importa, pois o risco de esquecermos a regra principal “NUNCA cair” é grande demais. Mal sabemos nós que o tombo é que muitas vezes nos torna mais fortes sobre certos aspectos. Sem se esquecer que “ vamos cair e levantar milhões de vezes, e ainda não vou ter aprendido tudo “ e que “é melhor cair, do que estar sempre no chão”. E quando encontramos a pessoa imperfeita, mas perfeita para nós, é hora de dar valor, saber guardar e esquecer daquela regra do tal jogo criado para servir de escudo. Agora existe alguém que irá te proteger, e segurar a sua mão. Que talvez te ligue só para ouvir a sua voz e dizer que sente saudades, ou apenas para dizer oi pra que você não se esqueça que em algum lugar existe alguém que é feliz por você existir. Alguém que te fará sorrir de coisas bobas, que vai te fazer passar o dia ansiosa esperando um telefonema, ou ansiosa para vê-lo e que trará um novo sentido pra sua vida. E mesmo quando tudo não funcionar, “só pra não te ver sofrer eu abro mão e fico com a saudade”, porque não se pode querer nada menos do que toda felicidade do mundo para quem te fez feliz por tanto ou certo tempo. E se me perguntarem se valeu a pena, mesmo diante de toda a dificuldade, não me arrependo de nenhum dos meus dias e se pudesse, teria feito tudo de novo. Teria escutado aquela voz uma vez mais, teria dito o tamanho do meu amor infinitas vezes, teria sido mais compreensiva e menos implicante. E mesmo que pro outro pareça pouco, não significa que eu não dei o meu melhor ou que não foi 100% de mim. O medo é que nos limita, nos impede de ser feliz e de entender o significado e a proporção de ser importante pra alguém, impede de levantar a cabeça e buscar novas razões após uma queda e muitas vezes nos limita até pra dizer o que sentimos ou para darmos ao outro, ou nos darmos, uma nova chance.
Devemos acreditar que somos capazes de amar sem que isso te faça sofrer, que é possível amar de tal forma que somos felizes apenas por sabê-lo sempre ali. E quando acabar, não diga jamais que não deu certo. Por que se por um tempo aconteceu, deu certo, só que acabou.
Contudo, eu jamais poderia expressar com simples palavras a imensidão e complexidade do amor, que quando é verdadeiro é capaz de ser mais do que verdadeiro, ele é a própria verdade. Só quem realmente sente ou ja sentiu consegue entender tudo aquilo que, apesar de todas essas palavras, não consegui explicar.
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